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  • 07

    MAR

    2018

    Aproximação entre famílias e escolas como forma de transformar a educação no Brasil é tema de debate online do Escolas Transformadoras

    por Redação em 07/03/2018

     

    Iniciativa promove debate online, dia 13/03, para sensibilizar sobre a importância da participação de mães e pais na escola para além da reunião dos pais

     

    A tarefa de fazer junto a educação de crianças e jovens – escola, família e comunidade – é uma temática importante para mudar a conversa que se tem sobre educação no país. A família é um elemento estruturante na educação de seus filhos, mas a escola, assim como outros atores e equipamentos sociais, também é indispensável para o desenvolvimento cognitivo, social, emocional e cultural da vida de um estudante. Mas quais são as principais tensões na relação família e escola e como lidar com elas? Quais são os impactos positivos do fortalecimento da parceria entre escolas e família? Como despertar na escola e familiares a cultura do diálogo? Essas são algumas reflexões propostas pelo programa Escolas Transformadoras, iniciativa correalizada no Brasil por Ashoka e Alana, que serão apresentadas  em um debate online, transmitido ao vivo no Facebook do programa na próxima terça-feira, dia 13, às 19h30.

    Raquel Franzim, assessora pedagógica e co-coordenadora do programa, explica que ao participar da vida escolar para além do acompanhamento de tarefas e provas, os adultos têm a oportunidade de concretizar o que se entende como educação contínua, isto é, de aprender e se transformar ao longo da vida. “Por muitas vezes, é o protagonismo dos pais e a iniciativa das famílias que propõem mudanças e tensiona a escola a mudar. A família e a escola têm papéis diferentes na educação de crianças e jovens, mas são igualmente importantes para que tenhamos não apenas uma educação transformadora, como novos modos de viver e de conviver, para todos”, destaca.  

    A educadora também ressalta que é necessário entender a responsabilidade de todos sobre as novas gerações, já que muitos discutem que o desenvolvimento pleno de um estudante está cada vez mais condicionado aos dos colegas ao redor. “A escola tem o papel fundamental de contribuir com uma educação que vá além do aprender conteúdos mais do campo da cognição. Seu papel é também  ser um espaço do exercício da convivência, do reconhecimento das diferenças e de ampliação do repertório social, cultural e político, tão necessário quanto a estrutura familiar e seus valores, tradições e maneiras de ver o mundo.”

    Para saber mais sobre experiências de escolas que criaram com as famílias uma nova maneira de se relacionar, o programa realizará o debate online “Fazer junto: parcerias transformadoras entre família e escola”, para abordar como o engajamento e a ação contínua de todos são necessários para haver uma transformação sistêmica na educação e na sociedade. Participam da conversa Luciana Fevorini, diretora do Colégio Equipe; Ana Elisa Siqueira, diretora da Escola Amorim Lima; Hugo Alves, pai de estudantes da Escola Waldir Garcia e sócio-fundador do CEFA (Coletivo Escola Família do Amazonas); e Eneida Lipai, mãe associada da Escola Vivendo e Aprendendo desde 2011, que atualmente compõe a diretoria da escola.

     

    Serviço:

    Escolas Transformadoras Debate

    Data: 13 de março (3ª-feira), às 19h30 (horário de Brasília)

    Assista ao vivo no Facebook do Escolas Transformadoras

     

    Sobre a Ashoka

    A Ashoka é uma organização social global fundada em 1981 que congrega mais de três mil empreendedores sociais em 84 países e busca colaborar na construção de um mundo em que Todos São Transformadores (Everyone a Changemaker), no qual qualquer pessoa pode desenvolver e aplicar as habilidades necessárias para solucionar os principais problemas sociais que hoje enfrentamos.

     

    Sobre o Alana

    Alana é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que aposta em programas que buscam a garantia de condições para a vivência plena da infância. Criado em 1994, o Alana é mantido pelos rendimentos de um fundo patrimonial desde 2013. Tem como missão “honrar a criança”. 

     

     

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