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  • 15

    JUN

    2015

    Encontro em Boiçucanga reforça a luta dos professores por melhorias na educação pública

    por Redação em 15/06/2015

    Neste final de semana, 13 e 14 de Junho, em Boiçucanga, SP, aconteceu o 4º ENaRC, Encontro Nacional dos Românticos Conspiradores. Um movimento social organizado em rede por professores de diferentes partes do Brasil que de forma coletiva e colaborativa redigiram um manifesto intitulado III Manifesto pela Educação, mudar a escola, melhorar a educação, transformar um país.

    O encontro organizado desta vez pela professora Maria Regina Potenza, transmitido Ao Vivo pelo Portal do Educador em parceria com Diogo Soares, propiciou muita troca entre os participantes que grande parte do tempo, em roda, dialogaram sobre possibilidades de ações para fortalecer as reivindicações presentes no III Manifesto.

    Como apontado pelo próprio grupo O Brasil já teve dois manifestos da educação, ambos sufocados por ditaduras: o primeiro, de 1932, pela ditadura Vargas; o segundo, de 1959, pela ditadura militar.

    Este III MANIFESTO PELA EDUCAÇÃO tem o intuito de iniciar intenso debate nacional e provocar real mudança, que floresça no fértil campo da democracia, libertando nossa nação das escolas do século XIX e preparando nossos cidadãos, com formação e informação, para atuarem no século XXI, com solidariedade, senso crítico, criatividade, responsabilidade e autonomia.”

    O Manifesto pode ser lido e compartilhado facilmente na rede, onde recolhe assinaturas que buscam fortalecer a luta por uma educação de qualidade para o país:

    https://secure.avaaz.org/en/petition/III_MANIFESTO_PELA_EDUCACAO_Mudar_a_Escola_Melhorar_a_Educacao_Transformar_um_Pais/?pv=73

    Dentre suas principais reivindicações os professores exigem que o governo respeite as leis de seu próprio país, garantindo dentre outras coisas a autonomia da escola pública, como descrito nos décimo terceiro e décimo quarto artigos da LDBEN, além da fomentação de gestões democráticas que possibilitem o desenvolvimento de comunidades de aprendizagem, da redução do número de estudantes por professor e do direito a salários dignos.

     

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